segunda-feira, 18 de julho de 2016

Copa Airlines apresenta novos e sofisticados aplicativos em parceria com a MTT



A Copa Airlines {NYSE:CPA}, subsidiária da Copa Holdings S.A. e membro da rede global da Star Alliance, e a MTT, empresa pertencente à Travelport e especialista em viagens digitais, anunciam novos aplicativos da companhia aérea para iOS e Android. Estes modernos apps são considerados fundamentais para a estratégia de transformação digital da Copa, de forma a atender às crescentes necessidades digitais de seus viajantes.

Os novos aplicativos, disponíveis em português, espanhol e inglês, destacam-se pela facilidade de uso, o que visa a garantir uma ampla adesão de milhões de passageiros nas Américas do Norte, Central, do Sul e do Caribe. As ferramentas possibilitam a realização decheck-ins de maneira rápida e prática, além de contarem com um mapa de assentos interativo, status dos voos em tempo real e outras importantes informações como datas dos voos e referências da reserva sempre à mão. Outra característica relevante é a gestão de fidelização, habilitando os passageiros a acessar e gerenciar facilmente sua afiliação à Connect Miles a partir de uma tela personalizada. Novas melhorias nos apps estão planejadas futuramente.

“Seguimos em constante inovação para continuar a oferecer as melhores alternativas aos nossos viajantes. Como parte da estratégia de transformação digital, procuramos modernizar nossas plataformas do modo mais prático para o cliente. E, em conjunto com a MTT, especialistas na área, esperamos acabar com o conceito tradicional de planejamento e confirmação da viagem, por meio de um modelo mais interativo e amigável”, avalia Marco Ocando, diretor sênior de Marketing, E-business e Comunicação da Copa Airlines.

“Estamos satisfeitos em trabalhar com a Copa Airlines no lançamento dos aplicativos e em uma estratégia digital. A empresa é líder na aviação da América Latina e mantém uma sólida reputação pela excelência no atendimento aos passageiros. Tem sido fantástico trabalhar com quem sempre busca ampliar o nível de comprometimento com os clientes. Acredito firmemente que a companhia tornará ainda mais fácil e agradável a experiência de viagem”, ressalta David Moran, CEO da MTT.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Air Hamburg compra mais um Legacy 650 da Embraer



A Embraer Aviação Executiva e a Air Hamburg, operadora alemã de fretamento de aeronaves, assinaram acordo de compra para mais um Legacy 650. O acordo foi anunciado hoje durante a abertura da 16ª Convenção Europeia de Aviação Executiva (EBACE), em Genebra, na Suíça. A entrega desta aeronave está prevista para o terceiro trimestre de 2016.
Esta nova aquisição aumenta para nove o número de jatos executivos da Embraer na frota da Air Hamburg, atualmente composta por sete Legacy 600/650 e um Phenom 300, que atendem as viagens de seus clientes para destinos na Europa, Rússia, e Oriente Médio.

“Acreditamos que a lealdade dos clientes é conquistada ao assegurar sua total satisfação, e pela construção de relacionamentos fortes e duradouros. Parcerias são estabelecidas com base em compromisso real, e temos o prazer de apoiar o crescimento contínuo da Air Hamburg”, disse Marco Túlio Pellegrini, Presidente & CEO da Embraer Aviação Executiva. “Entendemos que jatos executivos são poderosas ferramentas para executivos de sucesso no mundo inteiro, que valorizam velocidade, flexibilidade, eficiência, e produtividade em suas parcerias de negócios, bem como para viagens a lazer com os familiares. O Legacy 650 oferece todos estes valores, incluindo um conforto de cabine superior em uma plataforma com mais de 25 milhões de horas de voo.”

“Nossos clientes têm consistentemente ficado impressionados com a experiência de voo sem paralelo do Legacy 600/650. Com três zonas de cabine distintas, e a maior cabine de passageiro e compartimento de bagagem de suas categorias, estas aeronaves contém tudo que precisamos para suportar nosso compromisso firme de oferecer um serviço exclusivo”, disse Simon Ebert, Sócio-Diretor da Air Hamburg. “A alta confiabilidade dos jatos executivos da Embraer também são fundamentais para a nossa estratégia de crescimento assim como para a manutenção da disponibilidade dos nossos serviços 24/7 todos os dias do ano.

Sobre Air Hamburg

A Air Hamburg foi criada em 2006 pelos jovens empreendedores Floris Helmers e Alexander Lipsky, após terem administrado sua escola de aviação Flugschule Hamburg, em Hamburgo, desde 2001. O toque pessoal expresso pela frase “Simply Personal” é a marca registrada da escola de aviação e da empresa. Ambos os fundadores ainda podem ser encontrados trabalhando como instrutores e pilotos.

A Air Hamburg tem foco na seguinte missão como base para mais expansão: frota mais nova, sem aprovação de proprietários, e aviões 100% tripulados garantem a máxima disponibilidade. A empresa conta com 20 jatos executivos e gerou receitas em 2015 de EUR 72 milhões, com 200 empregados.

Os 20 jatos com base livre estão disponíveis para voos flexíveis, 365 dias por ano, 24/7, graças a uma equipe de vendas e de operação trabalhando em três turnos. A tripulação é treinada em simuladores e completamente focada no cliente. Na cabine de passageiros, o mais alto nível de serviço e catering pode ser garantido graças à equipe altamente capacitada.

Para mais informações sobre o grupo AIR HAMBURG, visite: air-hamburg.com

Legacy 650

O Legacy 650, da categoria large, transporta confortavelmente até 14 passageiros em três distintas zonas de cabine, com privacidade e conforto acústico superior. Além de possuir a melhor galley da sua classe e um bagageiro acessível em voo que é maior até do que de aeronaves da categoria acima, a aeronave pode ser configurada com dois toaletes. O Legacy 650 possibilita conexão de alta velocidade à internet e oferece um sistema de entretenimento de última geração em alta resolução, o Honeywell’s Ovation Select.

O Legacy 650 oferece recursos avançados de navegação, o sistema de aviônicos Honeywell Primus Elite e tem alcance de 7.223 quilômetros (3,900 milhas náuticas) com quatro passageiros nas condições de NBAA IFR, possibilitando voos diretos entre Genebra (Suíça) e Boston (Estados Unidos) ou Mumbai (Índia).

terça-feira, 24 de maio de 2016

Multiplus e Smiles podem ter novo amigo na Bolsa


São Paulo - Ganhando cada vez mais espaço em um segmento promissor no país, o programa de fidelidade "Amigo", da companhia aérea Avianca, pode ter ações listadas na Bovespa, mas a abertura de capital não é iminente, segundo o Santander.
Em relatório divulgado a clientes na última sexta-feira (20), os analistas Henrique Navarro, Bruno Mendonça e Renanta Cabral citaram o crescimento de 50% no número de membros do "Amigo" nos últimos dois anos, para 3,5 milhões.
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Eles também mencionaram como pontos positivos o fato de a Avianca ter se tornado membro da Star Alliance (aliança global de companhias aéreas) e o fato de ela ter aumentado seus resgates não vinculados às companhias aéreas para aproximadamente um terço das operações. 
"Mas [o programa 'Amigo'] ainda tem apenas cerca de 2% de participação de mercado em resgates; portanto, é muito cedo para realizar um IPO, em nossa opinião", disseram os analistas, que participaram de uma reunião com o responsável pelo programa da Avianca. 
"O CEO do Amigo mencionou na reunião que o programa está considerando um IPO no futuro; portanto, 'Amigo' está no processo de se separar da Avianca a fim de melhorar a governança corporativa e facilitar um possível IPO", afirmou o banco em relatório.
Em entrevista a EXAME.com, Tarcísio Gargioni, vice-presidente comercial, de marketing e cargas da Avianca Brasil, responsável pelo programa "Amigo", disse que "não há nada de concreto sobre o processo que foi mencionado pelo Santander".
O executivo afirmou ainda que "a companhia está sempre aberta a oportunidades".
Aliados
De acordo com o Santander, a criação de parcerias estratégias entre os programas de fidelidade e os grandes bancos têm alterado a dinâmica do setor positivamente.
Os analistas avaliaram que o cenário atual é deferente do que ocorria no passado, quando "era quase impossível" para um grande banco do país não oferecer os benefícios do Multiplus ou Smiles para seus clientes, já que TAM e Gol detinham juntas cerca de 90% do mercado.
"Mas atualmente, com Azul e Avianca ganhando espaço (participação de mercado combinada de 28%), acreditamos que um mercado mais fragmentado pode criar uma situação na qual um banco irá firmar parceria com um programa de fidelização específico", disseram.
É o que aconteceu nos EUA devido ao maior número de companhias aéreas (principalmente regionais) e bancos. "Se isso acontecer, esperamos que os volumes para a Multiplus e Smiles sejam reduzidos."
Para o Santander, Smiles e Multiplus esperariam esse cenário acontecer e reduziriam os preços por milha a fim de manter seu relacionamento com todos os bancos.
Preços
O programa de fidelidade com o menor preço por milha (a ser pago pelos bancos), atualmente, é o da Azul (Tudo Azul), seguido pelo "Amigo", da Avianca, Smiles (Gol) e Multiplus (TAM). Alguns anos atrás, o Smiles tinha os menores preços. 
"Nossa conclusão é que os bancos promoveram de maneira bem-sucedida a entrada de marcas de participação de mercado menores (Azul e 'Amigo') com o objetivo de forçar para baixo os preços para a Smiles e Multiplus", disseram os analistas.
Para eles, a Livelo, programa de fidelidade de Banco do Brasil e Bradesco, deve utilizar seu poder de barganha para pressionar os preços sobre os programas de fidelidade.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Airbus está lançando uma nova versão de jato corporativo


Airbus está lançando uma nova versão de jato corporativo do seu popular avião de passageiros A350 XWB, com disposições easyfit para cabine, ampliando sua família de jatos corporativos com uma aeronave que oferece mais capacidade, capacidade e conforto.
Chamado de ACJ350 XWB, possui 270 m2 / 2910 ft2 de espaço de cabine na versão -900. O ultra-variante longa faixa pode voar 25 passageiros até 10.800 nm / 20.000 Km ou 22 horas, tornando-jato corporativo moderno e capaz maioria de hoje.
O XWB está para Xtra Widebody, permitindo que o ACJ350 para entregar Xtra conforto, tecnologia inovadora Xtra, eficiência Xtra, e para ser Xtra fácil de roupa.
Widebodies como o ACJ350 oferecer o equivalente a várias casas de floorspace, de modo a criar cabines que atendem aos exigentes regras de certificação pode ser um desafio, especialmente quando eles são instalados dentro de uma fuselagem feita de novos materiais, como fibra de carbono.
Airbus tem, portanto, escolhido para pré-equipar a fuselagem de fibra de carbono da ACJ350 com centenas de pontos de fixação, simplificando enormemente o trabalho de cabine-outfitters. Ele também tem trabalhado extensivamente com vários outfitters cabine para garantir terminações lisas para os clientes.
"Uma das maiores forças da Airbus é oferecer aos clientes família de aeronaves modernas e eficientes mais do mundo, eo ACJ350 com Easyfit expande sua oferta de jato corporativo, dando aos clientes uma nova maneira de levar seus negócios para o mundo", diz Airbus Chief Operating Officer, clientes John Leahy. "Nossos clientes querem o melhor e mais moderno avião que o dinheiro pode comprar, eo ACJ350 exemplifica isso", acrescenta.
entregas de avião da Airbus A350-900 começou em dezembro de 2014. Juntamente com a versão A350-1000, atualmente em desenvolvimento e que deverá entrar serviço de linha aérea em 2017, a família já ganhou cerca de 800 ordens de mais de 40 clientes.
Como todas as aeronaves Airbus, o ACJ350 personifica características que muitas aeronaves não possuem ou que custo extra, tais como a protecção reforçada de controles fly-by-wire, tempo e manutenção centralizada de redução de custos, e uso extensivo de peso e materiais de economia de manutenção.
Além disso, o ACJ350 XWB deliveres, como padrão, novos recursos, como um sistema de bordo de navegação aeroporto (oans), como GPS em um carro, e um sistema de pistas invadida prevenção (ROPS), uma ajuda para os pilotos que ajuda a evitar saídas de pista , especialmente no tempo desafiador.
Mais de 180 jatos corporativos da Airbus estão em serviço em todo o mundo, e eles estão voando em todos os continentes, incluindo a Antártica, destacando a sua natureza generalizada e versatilidade.

Acordo fechado na TAP prevê que chineses entrem em Agosto

A entrada indirecta dos chineses da Hainan Airlines na companhia de aviação portuguesa, segundo o jornal Expresso ocorre em Agosto.
Esta é a concretização do que ficou estipulado no memorando de entendimento assinado a 6 de Fevereiro, na altura o Governo autorizou que a HNA entrasse no capital da Atlantic Gateway por via de um empréstimo obrigacionista.
O semanário Expresso avança que Humberto Pedrosa e o Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, reuniram esta semana. E que o Estado e os privados já terão assinado o acordo que devolve 50% da TAP ao Estado, conforme foi negociado no início do ano.
Será hoje apresentado pelo Ministério de Pedro Marques, oficialmente, o acordo assinado ontem, refere à Lusa. O Estado e a Atlantic Gateway celebraram "o Acordo de Compra e Venda de Acções e o Acordo Parassocial e de Compromissos Estratégicos previstos no Memorando de Entendimento para a reconfiguração dos termos e condições da participação do Estado português na TAP”, refere uma nota do gabinete do ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.
Haverá hoje uma conferência de imprensa com a participação de Pedro Marques e do comendador Humberto Pedrosa, em representação da Atlantic Gateway.
Em Fevereiro foi assinado um memorando de entendimento entre o Governo de António Costa e os accionistas da Atlantic Gateway.  
A entrada dos chineses da HNA deverá acontecer no âmbito do empréstimo obrigacionista, tal como noticiado na altura do memorando de entendimento.
Estava previsto que a Azul subscrevesse 90 milhões de euros do empréstimo de 120 milhões de euros, em obrigações convertíveis em acções, a realizar pela TAP, o que indirectamente permitiria a entrada dos chineses da HNA que passariam a deter entre 10% a 13% do capital da companhia aérea, como foi então admitido por David Neeleman.
O acordo entre o Governo e a Atlantic Gateway autoriza, numa das cláusulas, a entrada da HNA no capital do consórcio, em percentagem a acordar entre os novos donos e o grupo chinês. Num prazo de cinco anos a HNA pode substituir a companhia brasileira Azul no capital da Atlantic Gateway, se o Governo português autorizar a operação.
Os chineses da HNA têm 23,7% do capital da Azul. Esta tem ainda como accionista, com uma posição de 5%, a norte-americana United Airlines. 
O memorando prevê que o Estado volte a controlar 50% da companhia aérea, ficando a Atlantic Gateway - que venceu a privatização em Junho do ano passado - a deter 45% do capital. O restante deverá ficar nas mãos dos trabalhadores da companhia. Passando o Estado a nomear o presidente do Conselho de Administração da empresa, composto por 12 elementos – seis escolhidos pelo Estado e seis pelo consórcio privado.
Companhia chinesa HNA foi convidada pelo Governo de Pedro Passos Coelho para participar na privatização de 61% da TAP, segundo foi noticiado na altura.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Avião da EgyptAir com 66 pessoas a bordo desaparece entre Paris e Cairo



Um avião da empresa aérea EgyptAir desapareceu dos radares na madrugada desta quinta-feira (19) pouco após entrar no espaço aéreo egípcio. Segundo a empresa, 66 pessoas estavam a bordo do voo MS804 - 56 passageiros e dez tripulantes -, que decolou de Paris às 23h09 (horário local; 18h09 em Brasília) com destino ao Cairo.
A maioria dos passageiros, entre os quais estão dois bebês e uma criança, é de nacionalidade francesa (15 pessoas) ou egípcia (30 pessoas).
"Informações indicam que o avião caiu", informou o presidente francês, François Hollande, sem dar mais informações.
Usando uma rede social, a empresa aérea comunicou que perdeu contato com o Airbus A320 às 2h45 no horário de Cairo (21h45 em Brasília), cerca de 3h30 após a decolagem, no aeroporto Charles de Gaulle. A EgyptAir ainda anunciou que notificou as autoridades de busca e resgate sobre o desaparecimento, e que equipes especiais de Força Áérea egípcia foram mobilizadas para encontrar o avião.
Posteriormente, a EgyptAir informou que as equipes de busca captaram uma mensagem de socorro enviada pela aeronave às 4h26, (horário do Egito; 23h26 de Brasília), portanto quase 2 horas após seu desaparecimento. O Exército egípcio nega ter recebido a mensagem.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Azul terá mais de 100 voos extras no próximo feriado


A Azul Linhas Aéreas terá, no feriado de Corpus Christi, mais de 100 voos extras, o que significa mais de 12 mil assentos adicionais entre os dias 26 e 29 deste mês.

Entre os destinos contemplados com os voos, estão São Paulo (Campinas e Guarulhos), Belo Horizonte, Rio de Janeiro (Santos Dumont), Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Porto Seguro (BA), Vitória, Cabo Frio (RJ), São José do Rio Preto (SP), Foz do Iguaçu (PR), Aracaju, Boa Vista, Campo Grande, Corumbá (MS), Goiânia, Ilhéus (BA), João Pessoa, Londrina (PR), Maringá (PR), Manaus, Maceió, Petrolina (PE), Juazeiro do Norte (CE), Passo Fundo (RS) e Salvador.

“Estamos ampliando nossa oferta de voos para os destinos mais procurados pelos turistas nesse feriado prolongado de Corpus Christi. Com isso, conseguiremos atender a uma demanda maior de clientes, que têm à disposição mais horários e frequências de voo, principalmente para o Nordeste, com saídas de São Paulo e Belo Horizonte”, afirma o diretor de Planejamento e Alianças da Azul, Marcelo Bento. 

As passagens estão disponíveis por meio dos canais de vendas da Azul. Para mais informações, acesse www.voeazul.com.br ou entre em contato pelo telefone 4003-1118.

fonte: Panrotas

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Apesar de lucro, GOL diz que ainda tem trabalho pela frente


São Paulo – A GOL anunciou o seu primeiro lucro líquido desde o último trimestre de 2011, mas ainda não está satisfeita com o resultado.
Segundo Paulo Kakinoff, presidente da companhia, esse é o primeiro resultado positivo das mudanças que começaram a ser colocadas em prática desde a metade do ano passado.
Ela obteve lucro líquido de R$ 757 milhões no período, revertendo prejuízo de R$ 672,7 milhões no primeiro trimestre de 2015.
No entanto, a empresa considera que ainda há muito trabalho pela frente. Em 2016, ela tem planos para reduzir ainda mais as ofertas de assentos, decolagens, frota e custos operacionais, para economizar até R$ 300 milhões.
“A reviravolta na economia brasileira só deverá vir em dois anos ou até mais. Ainda precisamos trabalhar para mudar nossa liquidez e estrutura de capital”, disse o presidente da companhia.
A principal preocupação da GOL é reduzir a sua dívida e alavancagem. A dívida bruta da companhia aérea caiu de R$ 9,3 bilhões no último trimestre de 2015 para R$ 7,9 bilhões.
Este ano, ela busca "redução substancial da dívida atual, visando o crescimento operacional, balanceado pelo fortalecimento na estrutura de crédito de longo prazo", afirmou a empresa em sua divulgação de resultados.

GOL voou menos

A empresa passou os últimos trimestres reduzindo o tamanho da sua frota, para se adequar ao momento atual brasileiro. Hoje ela tem 143 aeronaves Boeing e deve diminuir a frota em 15% até o fim do ano.
A empresa suspendeu 8 destinos no último trimestre, entre eles alguns internacionais como Miami, Orlando, Aruba e Caracas.
Ela já retornou 6 aeronaves que estavam em arrendamento e vendeu os direitos de receber 3 Boeing em 2016, que iriam substituir aviões que sairiam de sua frota.
Dessa forma, a empresa recebeu R$212,6 milhões em ganhos não recorrentes. Não há planos para receber novos aviões até 2018.
Nos meses anteriores, a empresa já havia alugado alguns de seus aviões para outras companhias aéreas em estações de baixa no Brasil, tanto para reduzir oferta quanto para conseguir uma renda extra.
O número de assentos oferecidos no primeiro trimestre do ano caiu 5,9% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior - a redução de todo o mercado doméstico foi de 2,9%. Até o fim de 2016, o corte será de 5% a 8%.
“A GOL se manteve disciplinada para reduzir a oferta de assentos nesse cenário difícil”, afirmou Kakinoff. 
Exame

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Receita líquida da GOL atinge R$ 2,7 bilhões no 1T16

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes SA (BM & FBOVESPA: GOLL4 e NYSE: GOL), (S&P: CC, Fitch: C e Moody: Caa3), a maior Companhia aérea de baixo custo e melhor tarifa da América Latina, anuncia o resultado consolidado do primeiro trimestre de 2016. Todas as informações são apresentadas em IFRS, em Reais (R$) e as comparações referem-se ao primeiro trimestre de 2015, exceto quando especificado de outra forma.
Destaques do trimestre
A capacidade da GOL nos mercados brasileiro e internacional teve uma queda de 4,0% e de 18,5%, respectivamente, resultando em uma redução do sistema total da GOL em 5,9%, no primeiro trimestre de 2016, quando comparado ao mesmo período de 2015.
No mesmo período, a demanda pelos assentos da Companhia no mercado doméstico recuou 5,9% e, no internacional, 12,0%. No sistema total da GOL, a redução foi de 6,6%.
No 1T16, a taxa de ocupação total foi reduzida em 0,6 pontos percentuais, atingindo 77,5%. No mercado doméstico, a retração foi de 1,6 pontos porcentuais, para 77,3%, e, no mercado internacional a taxa de ocupação foi de 78,4%, uma evolução de 5,8 pontos percentuais frente ao mesmo período de 2015.
A Companhia registrou receita líquida de R$2,7 bilhões no 1T16, um aumento de 8,3% na comparação anual. A receita líquida para os últimos doze meses foi de R$10 bilhões.
As receitas auxiliares e de cargas recuaram 1,3% no 1T16, para R$274,2 milhões, representando 10,1% da receita líquida total. As receitas auxiliares e de cargas dos últimos 12 meses somaram R$1,2 bilhão.
Com a desvalorização de 36,0% do Real frente ao Dólar médio do período, na comparação anual, o CASK, excluindo gastos com combustível e eventos não recorrentes, registrou no primeiro trimestre um aumento de 16.9% no 1T16.
O resultado operacional recorrente (EBIT) no 1T16 foi de R$224,6 milhões, com margem de 8,3%. Excluindo os eventos não recorrentes, o EBITDAR foi de R$663,2 milhões no trimestre, com margem de 24,4%.
O ganho não recorrente com o retorno de aeronaves em arrendamento financeiro e os ganhos com operações de sale leaseback geraram um lucro de R$212,6 milhões.
A valorização do real com relação ao dólar norte-americano e o evento não recorrente foram de R$653,5 milhões e de R$212,6 milhões, respectivamente. Excluindo as variações cambiais e o evento não recorrente, o prejuízo líquido da GOL, antes dos impostos, foi de R$42,7 milhões. O lucro líquido do trimestre foi de R$757,1 milhões.
A Companhia encerrou o trimestre com uma posição de caixa de R$1.815,1 milhão, uma queda de 21,1% na comparação com 31 de dezembro de 2015, representando 18,2% da receita líquida dos últimos doze meses (UDM). O caixa-livre ficou em R$658,4 milhões (6,6% da receita líquida UDM), desconsiderados o montante detido pelo Smiles e o caixa restrito.
A alavancagem financeira (dívida bruta ajustada/EBITDAR) encerrou o trimestre em 9,4x, frente aos 7,3x apurados no primeiro trimestre de 2015 – este indicador foi afetado pela depreciação do real em 10,9% na comparação anual.
Além da redução anunciada anteriormente no número de decolagens, entre 15 e 18% no ano, em maio de 2016 a GOL lançou uma nova malha área, mais eficiente. Este redesenho gerou partidas adicionais de Congonhas para as regiões Norte e Nordeste e para as cidades de Maringá, Londrina e Presidente Prudente, além de novos trechos de capitais do Nordeste para Buenos Aires. Houve também a suspensão de oito destinos operados pela GOL.
As três principais agências avaliadoras de crédito revisaram os ratings (notas) de crédito da GOL. A Fitch alterou a nota de 'CCC' para 'C', a Moodys de 'Caa1' para 'Caa3' e a Standard & Poors alterou de 'CCC- ' para 'CC'.
No início de maio de 2016, a GOL anunciou a troca dos bônus de sua emissão em circulação no exterior, em continuidade ao plano de reestruturação, que foi iniciado em 2015. Os títulos sem garantia em poder de investidores atualmente totalizam US$781,4 milhões e poderão ser substituídos por caixa mais outros bônus com garantia e a um prêmio em relação à cotação atual de mercado.
(Redação - Agência IN)

terça-feira, 10 de maio de 2016

Azul anuncia até 5 partidas semanais de Viracopos para Lisboa em julho



A Azul Linhas Aéreas anunciou que fará a rota de Campinas (SP) para Lisboa (Portugal) a partir de 22 junho deste ano. De acordo com a aérea, de início serão três voos semanais como havia sido anunciado em janeiro, chegando a cinco a partir do dia 7 de julho.  A empresa já comercializa os bilhetes em canais de vendas, mas aguarda autorização das autoridades brasileiras e portuguesas para comercializar as duas novas frequências.
A empresa alega que a conectividade oferecida nesta rota é um dos diferenciais aos clientes, já que uma vez em Lisboa contarão com ligações da TAP Portugal e TAP Express para mais de 80 destinos em 35 países. Nos deslocamentos pela TAP Express, os passageiros viajam em jatos modernos da EHoje, a empresa opera, a partir de Campinas, 170 decolagens diárias para cerca de 60 destinos domésticos e três internacionais. Fort Lauderdale/Miami e Orlando, nos Estados Unidos e Caiena, na Guiana Francesa.
Previsão de voos Campinas/Lisboa
A partir do dia 22 de junho a 1º de julho, os voos têm saída às 17h e acontecerão nas quartas, sextas e domingo.
A partir do dia 3 de julho, os voos partem às 17h nas segundas, quartas, sextas e sábados.
A partir do dia 7 de julho, os voos partem às 17h nas segundas, quartas, quintas, sextas e sábados.
A partir de 16 de outubro, os voos partem às 18h nas segundas, quartas, quintas, sextas e sábados.
Previsão de voos Lisboa/Campinas
A partir do dia 23 de junho a 2 de julho, os voos partem às 11h nas segundas, quintas e sábados.
A partir de 4 de julho, os voos partem às 11h15 nas segundas, quintas, sábados e domingos.
A partir do dia 8 de julho, os voos partem  às 11h15 nas segundas, quintas, sextas, sábados e domingos.
A partir de 17 de outubro, os voos saem às 11h nas segundas, quintas, sextas, sábados e domingos.mbraer.
G1

Queda do preço do petróleo impulsiona lucros da Emirates


A Emirates Airlines registou no último ano fiscal um lucro de 7,1 mil milhões de dirhams (1,69 mil milhões de euros), valor que representa um crescimento de 56% face ao ano anterior. Em comunicado divulgado esta terça-feira, a empresa explica que apesar da quebra das receitas, o resultado líquido foi impulsionado pela quebra do preço do petróleo, que fez com que os custos operacionais recuassem 8% face ao ano fiscal anterior.
De acordo com o mesmo documento, a factura com combustíveis caiu 31% para os 4,7 mil milhões de euros, representando agora 26% dos custos operacionais, quando há um ano a factura com combustíveis pesava 35%. Ainda assim, sublinha o grupo Emirates, este continua a ser “a maior componente de custos da companhia aérea”.
Ao longo do último ano fiscal, as receitas caíram 4%, situando-se nos 20 mil milhões de euros e reflectindo o impacto de cerca de 1,43 mil milhões de euros da valorização do dólar face à moeda dos principais mercados onde a Emirates opera.
A companhia aérea transportou mais 8% de passageiros, ultrapassando a marca dos 50 milhões de pessoas e atingindo os 51,9 milhões de passageiros. A taxa de ocupação ‘load factor’ dos voos chegou aos 76,5%, com uma quebra de 3,1% face ao ano anterior.
A empresa investiu 1,7 mil milhões de euros em novos aviões - incorporando 16 Airbus A380, 12 Boeing 777-300 e um Boeing 777F -, tendo actualmente uma frota de 251 aeronaves.
A Emiratesm tem actualmente dois voos diários entre Lisboa e o Dubai. 
Já o grupo Emirates, que detém a companhia aérea e outras 80 subsidiárias, registou um lucro de 8,2 mil milhões de dirhams (1,9 mil milhões de euros), valor que representa um crescimento de 49,8% face ao ano anterior.
Economico

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Ceará terá voo semanal para Guiana Francesa a partir de julho


O Ceará terá um voo direto semanal para a Guiana Francesa, operado pela companhia aérea Azul, de acordo com o Governo do Estado. A operação aguarda autorização da Agência Nacional da Aviação Civil (Anac) e terá início em julho. Os detalhes do voo ainda são negociados.
Atualmente, o Ceará recebe sete voos internacionais de Lisboa (TAP), que é diário; e de Miami(TAM), Bogotá (Avianca), Buenos Aires (Gol), Frankfurt (Condor), Milão (Meridiana) e Cidade de Sal (TACV), que são semanais.
Ainda de acordo com o Governo do Estado, está em processo de negociação um segundo voo de Buenos Aires , na Argentina, também operado pela Gol Linhas Aéreas.

GOL inova e é a primeira companhia aérea do Brasil a oferecer o check-in pelo Twitter


A GOL Linhas Aéreas Inteligentes anuncia o lançamento do serviço de check-in pelo Twitter, criado em parceria com a agência Ampfy. Este novo jeito de fazer check-in nasce com a proposta de estar cada vez mais perto dos consumidores da marca no Twitter. A GOL tornou isso possível com o desenvolvimento de uma plataforma que permite ativar o processo de check-in com a postagem de apenas uma hashtag.
Para realizá-lo, as pessoas com passagens compradas na GOL só precisam seguir o perfil da GOL no twitter e tuitar a #GOLcheckin. A marca, então, iniciará um diálogo por mensagem direta, onde o consumidor vai enviar seus dados, escolher seu assento demais preferências do voo. No final, receberá um cartão de embarque com um QR code, contendo todas as informações do voo e que poderá ser utilizado na hora de embarcar.
Para mostrar como o novo serviço funciona, um filme com o passo a passo do processo será divulgado em grande escala no Twitter. “As pessoas fazem de tudo pelo Twitter - leem notícias, compartilham seus momentos e interagem com as marcas que lhe interessam. A GOL está acompanhando esse comportamento, entregando um serviço que une tecnologia e praticidade a um usuário que é extremamente fiel à plataforma”, conta André Paes de Barros, CEO da Ampfy.
“Temos mais de 500 mil seguidores no Twitter, e uma ampla interatividade com os clientes por este canal, o que nos estimulou a criar o serviço pela plataforma. A companhia está sempre buscando inovar e trazer soluções inteligentes aos clientes. Esta novidade é mais uma opção para o cliente fazer o check-in como e onde ele quiser”, explica Lilian Santos Faria, gerente de Marketing Digital e E-commerce da GOL.

Crise na aviação força pilotos a buscar alternativas


São Paulo - O gaúcho Cássio Ávila, de 39 anos, tem licença de piloto comercial, foi instrutor de voo no aeroclube do Rio Grande do Sul e acumula mais de 1,2 mil horas de voo, uma experiência que o habilitaria a uma vaga de copiloto nas grandes empresas aéreas brasileiras. Mas só não está na lista de desempregados porque trabalha por conta própria, fazendo sites para empresas. Deixou pela metade a faculdade de Economia para investir no sonho de ser aviador - e chegou a gastar em torno de R$ 3 mil por mês para pagar pelo treinamento. "A promessa de emprego era ótima. Falavam que ia faltar piloto no Brasil. Mas não tem vaga."
Ávila está no grupo de pilotos recém-formados, que precisam de uma primeira oportunidade para entrar na aviação. Muitos começam na aviação executiva e depois viram copilotos de linhas aéreas - e dentro da empresa crescem até chegar a comandante. "Até na aviação executiva está difícil. Os donos de aviões particulares pararam de voar para economizar", diz.
Outro caminho é trabalhar como instrutor de aeroclube, uma função com remuneração "simbólica", mas que é interessante para acumular horas de voo e tentar ingressar diretamente em uma companhia aérea. "Achava que o problema era comigo, mas dos 12 que terminaram o curso comigo, só um trabalha na aviação", diz Ávila.
A estudante Laura Falkowski, de 20 anos, espera, neste momento, por uma vaga de instrutora de voo. Ao estudar aerodinâmica na faculdade de Física, se apaixonou por aviação. Mudou a graduação, para Letras-Inglês, e passou a dedicar mais tempo ao curso de formação de pilotos. Do primeiro voo ao simulador de jatos foram dois anos de dedicação e um investimento em torno de R$ 100 mil. "Por causa da crise, vários instrutores estão sem emprego e o aeroclube não pode absorver todo mundo. Estou na fila", disse. Para ficar próxima da aviação, Laura trabalha voluntariamente na área de manutenção do aeroclube do Rio Grande do Sul.
A aviação brasileira reverteu um processo de crescimento acentuado e deve ter em 2016 a primeira retração desde 2003. Para se ajustar à uma demanda menor, as empresas estão cortando voos e reduzindo sua frota. Só a Gol e a Azul pretendem reduzir neste ano, cada uma, cerca de 20 aviões da frota. Em meio a esse processo, vão sobrar pilotos e comissários.
No fim do ano passado, 5.935 pilotos estavam empregados nas empresas aéreas brasileiras, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil. São 21 posições a menos do que em 2014 e 458 abaixo de 2011, último ano em que o setor registrou expansão de dois dígitos.
De acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), foram demitidos cerca de 150 pilotos desde o início do ano e há cerca de 400 pilotos desempregados. O número de demissões só não é maior porque as três maiores empresas - TAM, Gol e Azul - abriram programas de licença não remunerada para pilotos. Muitos profissionais vão tentar trabalhar em empresas estrangeiras.
O presidente do SNA, Adriano Castanho, ressaltou que mesmo quem está empregado foi prejudicado pela crise. O motivo é que cerca de 50% da remuneração dos pilotos é atrelada às suas horas de voo. "As empresas sempre voam menos na baixa temporada. Mas, neste ano, a retração foi o dobro do usual. O salário chegou a cair 30% em alguns casos", afirmou.
O presidente da Azul, Antonoaldo Neves, diz que a empresa ficou com um excesso de pilotos quando a crise se agravou e obrigou a companhia a reduzir sua oferta de voos para não perder dinheiro. "A estimativa é um corte de 7% a 8% (em assentos) neste ano. O excedente de pilotos é proporcional", explicou. Em vez de demitir, Neves diz que a Azul lançou um programa de intercâmbio para uma empresa aérea chinesa do grupo HNA, que é dono de 23,7% da Azul, para cem pilotos. "Eles vão ficar fora por até três anos e quando voltarem terão emprego garantido na Azul. A crise vai passar", disse.
A empresa abriu também um programa de licença não remunerada, que teve adesão de 208 pilotos e comissários. A Gol, que já tinha um programa de licenças, ampliou o prazo de dois para cinco anos. A TAM, que tem um programa permanente, disse que está avaliando os impactos da retração da oferta no seu pessoal. Já a Avianca está com a oferta de voos estável e não prevê mudanças no quadro de funcionários.
Previsão de contratar, nenhuma empresa tem. "Hoje é quase impossível para um piloto recém-formado conseguir emprego", disse Castanho. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

3 fatores que levaram a Gol do céu ao inferno sem escalas


São Paulo - As ações da Gol (GOLL4) foram do céu ao inferno em dois dias, sem escalas. Ontem, elas fecharam em alta expressiva de 28,5%, mas nesta quinta-feira (5) chegaram a cair quase 18% na mínima da sessão.
O ânimo de ontem foi estimulado pela notícia de que a companhia está renegociando a maior parte de sua dívida. Além disso, matéria da Folha de S.Paulo indicou que Michel Temer seria a favor de que estrangeiras controlassem o capital de companhias aéreas brasileiras.
Hoje, porém, três fatores azedaram o bom desempenho das ações. O primeiro deles foi a notícia da Bloomberg afirmando que um grupo de credores internacionais da companhia aérea considerou injusta a proposta de reestruturação de dívidas da empresa.
Segundo a agência de notícias, os credores contrataram o banco de investimento americano Houlihan Lokey para negociar com a Gol.
A companhia anunciou ontem que está oferecendo uma permuta de US$ 780 milhões em notas denominadas em dólares por novos títulos que vencem em mais de uma década. O corte no valor de face para os titulares das notas internacionais deve variar de 30% a 70%.
Mas os credores estrangeiros representados pelo Houlihan Lokey disseram, segundo a Bloomberg, que a proposta de reestruturação protege os detentores de títulos locais Banco do Brasil e Bradesco, que não enfrentarão cortes no valor de face de sua dívida, e deixa a maior parte dos prejuízos para os donos das notas internacionais.
Ratings
A proposta da Gol também não foi recebida com bons olhos pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, que rebaixou as notas de crédito da companhia, colaborando para a perda das ações na Bolsa hoje. 
O rating em escala global da aérea foi cortado de "CCC-" para "CC". Na escala nacional, a nota caiu de "brCCC-" para "brCC". Ambas as avaliações também foram colocadas em observação para possível novo rebaixamento.
Segundo a S&P, os cortes refletem a percepção de que a oferta de troca de bônus anunciada é delicada, dada a atual fraqueza de liquidez da companhia.
Na visão da agência de risco, a estrutura de capital da Gol é insustentável nas condições atuais do mercado, principalmente por causa de seu alto nível de endividamento.
No fim da tarde, a Fitch Ratings também cortou a nota da companhia de "CCC" para "C" por causa da oferta de troca de bônus. "A oferta proposta impõe uma redução significativa nos termos das notas sem garantia, em comparação com os termos originais das emissões", disse a agência em nota. 
"Caso a companhia obtenha sucesso na oferta de troca, os IDRs (notas de crédito) serão rebaixados para 'RD' (Inadimplência Restrita). Logo após o término das operações de troca de dívida, os IDRs seriam reclassificados, possivelmente mantendo-se em um grau especulativo baixo", completou.
Sobram lugares
Para completar a turbulência da Gol, a companhia aérea anunciou hoje dados operacionais que não agradaram aos investidores.
No primeiro trimestre deste ano, o RPK (indicador de passageiros por quilômetros transportados) recuou 6,6%, na comparação com o mesmo período de 2015. Já o ASK (indicador de assentos por quilômetros voados), caiu 5,9%.
Com isso, a taxa de ocupação total ficou em 77,5% no primeiro trimestre de 2016, ante 78,1% um ano antes. Em 12 meses até março, a taxa de ocupação foi a 77,1%, ante 77,4% do período anterior.
EXAME